No Quarto Domingo da Páscoa (26), a Arquidiocese de Teresina celebrou a ordenação diaconal do Frei Paulo Sérgio Filho, na Paróquia Imaculada Conceição, localizada na Vila Bandeirantes. Ele recebeu o primeiro grau do Sacramento da Ordem, o diaconato, pela imposição das mãos e oração consecratória do arcebispo metropolitano, Dom Juarez Marques.
Celebrada no Domingo do Bom Pastor, a Santa Missa reuniu presbíteros, religiosos, familiares, fiéis e amigos do mais novo diácono, que pertence à Congregação dos Servos do Preciosíssimo Sangue e dos Sagrados Corações.
Dom Juarez Marques destacou a alegria de ordenar mais um servidor para o povo de Deus. “O diácono é um servidor, e o diaconato é um serviço ao povo de Deus. Por isso, louvamos e agradecemos a Cristo Bom Pastor, que continua cuidando do seu povo e chamando novos operários para a sua missão. Alegramo-nos e agradecemos a todos aqueles que colaboraram com a formação do diácono Paulo. Que Deus o abençoe e o confirme, para que seja sempre configurado como servidor. Afinal, somos discípulos daquele que disse: ‘Eu vim para servir e não para ser servido’”, afirmou o arcebispo.

Para o neodiácono, a celebração representa a confirmação de um caminho de 10 anos de formação religiosa, marcado por desafios vocacionais e pela vivência comunitária.
“Adoto, neste dia, algo que já experimento na vida: o meu lema ‘Sirvo por amor a Jesus Cristo’, colocando-me à disposição daquilo que já realizo na comunidade: o serviço. Aos 18 anos e seis dias, saí de casa para responder ao chamado de Deus. Agora, após 10 anos, reafirmo essa vocação por meio da Igreja. É um misto de alegria e confirmação, vivido no seio da comunidade, que testemunha este momento tão significativo para mim”, destacou Frei Paulo.

Os fiéis da Paróquia Imaculada Conceição celebraram com gratidão a ordenação, especialmente a família do diácono. Os pais, Paulo Sérgio e Almeira Alice, recordam que, desde cedo, o filho demonstrava o desejo de seguir a vida religiosa.
“Desde os quatro anos de idade, ele já ‘celebrava’, sem que ninguém o levasse à igreja. Eu e o pai dele não éramos praticantes, e foi ele quem nos aproximou da fé. Hoje, só temos a agradecer. Como se diz: nós o ‘perdemos’, mas ele ganhou o céu”, afirmaram.







